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SBC 2018 || Brasília | DF

Programação Científico Preliminar

  Sexta-feira, 14 de setembro de 2018

  Sábado, 15 de setembro de 2018

  Domingo, 16 de setembro de 2018



  Sexta-feira, 14 de setembro de 2018

• Sala 01
Horário Atividade
15:30-17:00Atualização
Tratamento da insuficiência cardíaca crônica I- 2018: como prescrever
IECA/BRA
Betabloqueadores
Antagonistas mineralocorticoides
Diuréticos
Discussão
17:30-19:00Atualização
Tratamento da insuficiência cardíaca crônica II - 2018: como prescrever
Digoxina, nitrato e hidralazina
Ivabradina
Sacubitril/Valsartana
Anticoagulantes
Discussão


• Sala 02
Horário Atividade
15:30-17:00Atualização
Síndromes coronarianas agudas - 2018
Como interpretar as troponinas de alta sensibilidade?
Como utilizar escores prognósticos?
Avaliação e manuseio do risco hemorrágico
Terapia antiplaquetária no paciente em uso de anticoagulante oral
Discussão
17:30-19:00Atualização
Abordagem do paciente com síndrome coronariana aguda com supradesnivelamento de ST e multiarterial
O papel da estratificação funcional
Quando intervir nas artérias não culpadas?
Indicações de tratamento percutâneo nas lesões de tronco
Quando encaminhar para a cirurgia de emergência?
Disucssão


• Sala 03
Horário Atividade
09:00-10:30Simpósio de emergências cardiovasculares e ressuscitação (ReSSBC)
Síndrome coronariana aguda – como causa e atendimento do pré hospitalar à sala de emergência
Manejo da SCA como causa da PCR
Estratificando o Risco para o mundo real
Hipotermia no infarto agudo do miocárdio, uma realidade?
Indicadores de qualidade no atendimento da síndrome coronariana aguda
A parada cardíaca - Quão súbita é a morte súbita
Discussão
11:00-12:30Simpósio de emergências cardiovasculares e ressuscitação (ReSSBC)
O ato da emergência
Os dispositivos que podem mudar o rumo da ressuscitação
Corticóide e betabloquadores na PCR. Algo mais?
Modulação terapêutica da temperatura pós parada cardíaca
Implementando os times de resposta rápida
Discussão


• Sala 04
Horário Atividade
15:30-17:00Atualização
Inflamação e imunomodulação na patogênese e tratamento da doença aterosclerótica
Papel da inflamação na aterosclerose
Imunomodulação na aterosclerose
Redução do risco residual pelo tratamento da inflamação
Perspectivas com a imunomodulação e vacinas
Discussão
17:30-19:00Atualização
Tratamento da insuficiência cardíaca crônica avançada - 2018: como prescrever
Como tratar a congestão preservando órgãos-alvo?
A monitorização invasiva é necessária? Quando?
Quando indicar ressincronizador/desfibrilador?
Qual o papel da assistência ventricular neste contexto?
Discussão


• Sala 05
Horário Atividade
15:30-17:00Atualização
Hipertrigliceridemia, HDL e doença aterosclerótica
Hipertrigliceridemia e HDL baixo como fatores de risco
Quando e como tratar a hipertrigliceridemia?
HDL baixo: devemos tratar?
Novos agentes na redução das lipoproteínas ricas em triglicérides
Discussão
17:30-19:00Atualização
Estratificação de risco e tratamento do paciente com diabetes melito
Estratificação de risco e metas no paciente com diabetes melito
Quando avaliar isquemia no paciente assintomático?
Papel da investigação de aterosclerose subclínica
Tratamento e monitorização do paciente com diabetes de alto e muito alto risco
Discussão


• Sala 08
Horário Atividade
09:00-10:30Sessão Especial: SBC/Associação Brasileira de Cardiologia Translacional (ABCT)
Simpósio I – Estudos clínicos/fisiopatologia
11:00-12:30Sessão Especial: SBC/Associação Brasileira de Cardiologia Translacional (ABCT)
Simpósio II – Cirurgia, angioplastia, ciência
15:30-17:00Brasil Prevent
Modulo I - Mudanças no estilo de vida e abordagem nos fatores de risco I
A importância na prevenção cardiovascular
O papel da SBC na prevenção cardiovascular
Como abordar a dieta com baixo teor de colesterol frente a midia negativa?
Quais os principais pontos que as Diretrizes de Dislipidemia orientam na prevenção CV?
O que a Diretriz de HAS orienta na prevenção CV?
A importância da atividade física na redução do risco CV
Discussão
17:30-19:00Brasil Prevent
Modulo II - Mudanças no estilo de vida e abordagem nos fatores de risco II
Obesidade e sobrepeso. Qual a melhor estratégia de abordagem?
Diabete: importância e o que as diretrizes nos orientam?
Estresse: sua importância e como manejar o paciente?
Como as politicas publicas podem auxiliar no melhor desempenho do Brasil na prevenção?
Discussão


• Sala 10
Horário Atividade
15:30-17:00Atualização
Doença de Chagas e arritmia cardíaca
Ensaios clínicos em Doença de Chagas
Estratificação do risco
Tratamento da taquicardia ventricular em doença de Chagas
Anticoagulação na doença de Chagas: tromboembolismo pulmonar e acidente vascular encefálico
Discussão
17:30-19:00Atualização
Arritmia cardíaca em atleta
Coração de atleta
Fibrilação atrial e exercício
Alterações estruturais de ventrículo direito
Arritmias ventriculares no teste ergométrico
Discussão


• Sala 11
Horário Atividade
15:30-17:00Mesa Redonda
Diretriz de Hipertensão Arterial: análise crítica da brasileira, americana e europeia
Qual a fundamentação da nova definição de hipertensão: por que ≥ 130/80 mmHg?
Quais os reais benefícios com as novas metas?
Fluxograma do tratamento anti-hipertensivo
Diferenças fundamentais em relação à Diretriz Brasileira
Discussão
17:30-19:00Mesa Redonda
Revisitando os fármacos anti-hipertensivos
O papel dos diuréticos. São imprecindíveis?
Quando indicar os betabloqueadores?
Quais as diferenças entre IECA e BRA? Qual a melhor classe terapêutica?
Como selecionar o antagonista dos canais de cálcio?
Discussão


• Sala 12
Horário Atividade
15:30-17:00Atualização
Endocardite infecciosa
Profilaxia antibiótica: quando?
Diagnóstico: novas abordagens
No paciente com dispositivos implantáveis
Quando a cirurgia está indicada?
Discussão
17:30-19:00Atualização
Acometimento cardiovascular nas doenças sistêmicas
Uso de drogas cardiovasculares no paciente com cirrose hepática
Disfunção tireoidiana induzida por amiodarona
Cardiotoxicidade e interações dos antiretrovirais
Novos hipoglicemiantes orais e risco cardiovascular
Discussão


• Sala 13
Horário Atividade
15:30-17:00Atualização
Doença cardiovascular na mulher
Fatores de risco para doença arterial coronariana: quais as diferenças?
Existem barreiras no reconhecimento dos sintomas nas mulheres?
Síndrome coronariana aguda na mulher: igual aos homens?
Peculiaridades do tratamento da doença arterial coronariana na mulher
Discussão
17:30-19:00Atualização
Ressuscitação cardiopulmonar
Consenso de ressuscitação cardiopulmonar 2017. Compressão isolada vs. compressão + ventilação: em que situações há diferença?
Consenso de ressuscitação cardiopulmonar 2017. O que muda no atendimento da parada cardiorrespiratória nos serviços de emergência e intra-hospitalar
Uso da circulação extracorpórea na parada cardiorrespiratória intra- hospitalar: há evidências sólidas favoráveis?
Discussão


• Sala 14
Horário Atividade
15:30-17:00Atualização
Cintilografia de perfusão miocárdica na prática clínica
Quando e como valorizar as variáveis da prova de estresse
Marcadores não perfusionais de alto risco no SPECT
Reserva coronária de fluxo por SPECT: evidências úteis para a prática clínica
Aplicabilidade da avaliação de sincronia ventricular
Discussão
17:30-19:00Atualização
Teste ergométrico e cardiopulmonar nas decisões clínicas
Na decisão do tratamento do valvulopata
Na avaliação pré-operatória
Significado da resposta pressórica hipertensiva e hiperreatividade
No diagnóstico diferencial da dispneia
Discussão


• Sala 15
Horário Atividade
15:30-17:00Atualização
Desafios no tratamento da valvopatia no idoso
Insuficiência mitral grave no muito idoso: troca valvar ou tratamento conservador?
Estratégias no paciente assintomático com estenose aórtica grave
Devemos fazer antibioticoprofilaxia para valvulopatias mitrais e aórticas degenerativas?
Indicações para implante transcateter de válvula aórtica (TAVI)
Discussão
17:30-19:00Atualização
Atualizando a ecocardiografia em 2018
Aplicações clínicas da sonotrombólise
Aplicaçoes clínicas da eco tridimensional
Aplicaçoes clínicas do strain
Apresentação de casos clínicos
Discussão


• Sala 16
Horário Atividade
17:30-19:00Atualização
Fisiologia cardiovascular: o que há de novo
Papel do intervalo QT como preditor de morte súbita
Dispersão do intervalo QT e disfunção diastólica: fato ou ficção?
Ressincronização cardíaca x remodelamento ventricular: como interpretar?
Importância da variabilidade R-R na prática clínica
Discussão


• Sala 17
Horário Atividade
15:30-17:00Atualização
Aplicação dos escores de risco na tomada de decisão do paciente com doença coronariana
Framingham de risco intermediário e assintomático – teste ergométrico ou escore de cálcio para estratificação de risco?
Contribuição da analise funcional para evitar revascularização desnecessária de pacientes estáveis com DAC detectada pela AngioCT
Infradesnível ascendente lento no teste ergométrico – devemos valorizar? Quem esta certo: a diretriz brasileira que valoriza ou a americana que não considera?
Abordagem do paciente com Duke escore de alto risco, hemodinâmica sempre? E com baixo risco, hemodinâmica nunca ?
Discussão
17:30-19:00Atualização
Doença arterial coronariana: o papel dos métodos na tomada de decisão
Eco de estresse
Cintilografia miocárdica
Angiotomografia
Coronariografia
Discussão


• Sala 19
Horário Atividade
15:30-17:30Atualização
Cenário atual da cardio-oncologia
Epidemiologia e mecanismos de cardiotoxicidade
Estratégias de prevenção e diagnóstico em cardio-oncologia
Monitorização e acompanhamento do paciente em uso de terapia com potencial cardiotóxico
Tratamento da cardiotoxicidade aguda
Discussão
17:30-19:00Atualização
Miocardiopatias e pericardiopatias -manuseio na criança e no adolescente
Cardiomiopatia dilatada
Cardiomiopatia hipertrófica
Cardiomiopatia restritiva
Pericardiopatias
Discussão


• Sala 20
Horário Atividade
15:30-17:00Atualização
Estenose valvar aórtica - 2018
Indicações da troca valvar
Indicações do implante percutâneo e da cirurgia de troca valvar
Modelos de próteses percutâneas e durabilidade
Acompanhamento pós-troca valvar
Discussão
17:30-19:00Atualização
Abordagem invasiva das síndromes coronarianas agudas - 2018
Sem supradesnivelamento de ST
Estado da arte em angioplastia primária
Revascularização completa no infarto agudo do miocárdio: para quem e quando?
Tratamento clínico adjuvante
Discussão


• Sala 21
Horário Atividade
15:30-17:00Atualização
Atualização em valvopatias mitral e aórtica
Insuficiência mitral assintomática: critérios de indicação cirúrgica e resultados
Insuficiência mitral de etiologia isquêmica: quando e como intervir
Estenose aórtica grave: critérios de escolha do procedimento e tipos de próteses
Resultados tardios de biopróteses convencionais e percutâneas
Discussão
17:30-19:00Atualização
O que há de novo na hipertensão arterial?
Uso da neprilizina na hipertensão resistente
Denervação renal: onde estamos?
Estudo REHOT: como tratar hipertensão resistente em 2018?
Estudo PREVER: como abordar a pré-hipertensão na atualidade?
Discussão



  Sábado, 15 de setembro de 2018

• Sala 01
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Insuficiência cardíaca e comorbidades: como proceder?
No diabetes melito tipo 2
Na fibrilação atrial
Na anemia ferropriva
Na apneia do sono
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
O que precisamos saber em insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada
Critérios diagnósticos
Por que não temos estudos positivos na insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada?
Apenas uma soma de comorbidades?
Perspectivas de tratamento
Discussão
14:15-15:45Colóquio
Dilemas comuns no consultório sobre insuficiência cardíaca
Tenho insuficiência cardíaca e disfunção erétil. Posso usar estimulantes sexuais? Qual o melhor?
A restrição do sal é mesmo necessária? Que opções eu tenho? Sal light? Sal do Himalaia?
Posso fazer exercícios? Como orientar?
Desejo engravidar. Qual o melhor parto e o que faço com os remédios?
Posso manusear, eu mesmo, a dose do meu diurético?
Minha pressão arterial está muito baixa, não me sinto bem. Qual medicação eu suspendo ou diminuo dose?
O meu défice cognitivo é devido à minha idade ou à insuficiência cardíaca?
16:30-18:00Colóquio
Morte súbita em pacientes assintomáticos com disfunção ventricular
Arritmia ventricular em pacientes assintomáticos
Papel dos biomarcadores
Critérios de eficácia terapêutica
Estratificação de risco
Desfibrilador - para quem?
Síncope como fator prognóstico


• Sala 02
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Dor torácica na sala de emergência: o que há de novo?
Estratificação clínica da dor torácica
Quando utilizar os novos biomarcadores
Estratificação por métodos de imagem
Protocolos de atendimento
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Hipertensão arterial e doença renal crônica
Função cardíaca em doença renal crônica: como avaliar?
Fisiopatologia da hipertensão na doença renal crônica
Hipertensão não controlada: como prevenir o dano renal
Como regredir a pressão arterial a proteger a progressão da doença renal?
Discussão
14:15-15:45Mesa Redonda
Doença coronariana estável e valvopatia grave com necessidade de cirurgia não cardíaca
Como estratificar o risco isquêmico?
Como reduzir o risco isquêmico?
O paciente frágil com estenose valvar aórtica
Insuficiência mitral no perioperatório
Discussão
16:30-17:15Como Eu Faço
Hipotensão postural no idoso
Tratamento não farmacológico
Tratamento farmacológico
Discussão
17:15-18:00Como Eu Faço
Abordagem do idoso com síncope
Como fazer a investigação
Tratamento da disautonomia
Discussão


• Sala 05
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Dislipidemias em situações especiais
Abordagem das dislipidemias em crianças e adolescentes
Tratamento hipolipemiante de alta intensidade previne acidente vascular encefálico e é seguro no idoso?
Como devemos abordar as dislipidemias graves na gestação (hipercolesterolemias e hipertrigliceridemias)
Benefícios dos hipolipemiantes na doença renal e cardiovascular associada
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Estratégias para alcance de metas lipídicas
LDL-c: quanto mais baixo melhor?
LDL-c baixo é seguro?
Custo-efetividade da redução intensiva do LDL-c. É economicamente viável?
Fluxograma de redução do LDL-c nas dislipidemias graves e no risco cardiovascular elevado
Discussão
14:15-15:45Colóquio
Hipercolesterolemia familiar: aspectos atuais
Critérios diagnósticos
Papel do teste genético
Rastreamento familiar
Tratamento farmacológico
Ordem de escolha dos fármacos
16:30-17:15Como Eu Faço
Diagnóstico e tratamento das dislipidemias no consultório
Estratificação de risco, metas terapêuticas e uso do aplicativo no não diabético
Estratificação de risco, metas terapêuticas e uso do aplicativo no paciente com diabetes
Discussão
17:15-18:00Como Eu Faço
Abordagem do paciente com intolerância às estatinas
Identificação do paciente intolerante às estatinas
Manuseio do paciente de alto risco com intolerância às estatinas
Discussão


• Sala 08
Horário Atividade
09:00-10:30Brasil Prevent
Colóquio - Abordagem Prática
Como abordar atualmente a questão do colesterol alimentar. O que mudou?
Qual o papel da Coenzima Q10, Red Rice Yeast, ómega 3, no tratamento das dislipidemias?
Novas técnicas para auxiliar o paciente a interromper o tabagismo
Como orientar um exercício efetivo para quem não pode frequentar programas específicos?
Como orientar em relação a vinho, café e chocolate
Dietas (low fat ou low carb)
11:00-12:30Brasil Prevent
14:15-15:45Colóquio
Manejo prático do paciente ambulatorial, após alta recente
Como utilizar os biomarcadores no controle dos pacientes com insuficiência cardíaca ambulatorial
Avaliação de imagem nos pacientes com insuficiência cardíaca: qual a periodicidade e quais os exames necessários no seguimento clínico
Como ajustar a volemia
Quando liberar para atividade física?
Quais os pacientes que têm maior chance de reinternação?
Quando indicar estratégias de telemonitorização?
Quais orientações eu devo dar em relação à dieta e à restrição hídrica
16:30-17:15Como Eu Faço
Terapia de reposição hormonal e risco cardiovascular
No homem
Na mulher
Discussão
17:15-18:00Como Eu Faço
Tratamento da insuficiência cardíaca avançada
Indicação de transplante cardíaco
Indicação de terapia de destino e ventrículo artificial como ponte para transplante
Discussão


• Sala 09
Horário Atividade
09:00-10:30Sessão especial (trials)
Estudos clínicos que podem mudar a conduta na doença aterosclerótica
COMPASS
COMPASS subgrupo de DAP
ORBITA
SYNTAX II
Discussão
11:00-12:30Sessão especial (trials)
Estudos clínicos recentes em cardiologia com impacto na prática assistencial
BARBER-SHOP
CULPRIT-SHOCK
SECURE PCI
ODYSSEY
Discussão
14:15-15:45Sessão especial (trials)
Grandes trials em insuficiência cardíaca
16:30-17:15Como Eu Faço
Doença carotídea assintomática
Como identificar o alto risco
Tratamento clínico ou revascularização?
Discussão
17:15-18:00Como Eu Faço
Hipertensão arterial resistente
Critérios diagnósticos
Esquema terapêutico
Discussão


• Sala 10
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Morte súbita cardíaca
Quando implantar cardioversor desfibrilador implantável na miocardiopatia hipertrófica
Importância da fibrose miocárdica na estratificação de risco
Canalopatias: como definir o paciente de alto risco
Como utilizar o screening genético para tomar decisões clínicas
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Taquicardia ventricular na cardiopatia estrutural
Interpretação dos trials recentes: VANISH e V-TACh
Ablação por cateter
Tratamento não invasivo da taquicardia ventricular e radioablação
Denervação renal na taquicardia ventricular de difícil controle
Discussão
14:15-15:45Colóquio
Conduta nos dispositivos implantáveis: interferências e cuidados
Recomendações para direção de veículos
Paciente submetido à cirurgia com uso de eletrocautério
Na necessidade de realizar radioterapia
Uso de ressonância nuclear magnética
Aspectos jurídicos: cardiopatia grave?
Exercícios físicos: como orientar?
16:30-17:15Como Eu Faço
Tratamento da síncope
Indicações para monitor implantável
Síncope com paciente com marca-passo
17:15-18:00Como Eu Faço
Decisões clínicas difíceis em arritmia
WPW assintomático
Nunca teve arritmia e a bateria do cardioversor desfibrilador implantável está no fim
Discussão


• Sala 11
Horário Atividade
09:00-10:30Atualização
Hipertensão, comorbidades e situações especiais
Na disfunção diastólica. Como abordar?
Na dislipidemia. Quais os fármacos de escolha?
Na coronariopatia. O IECA é fundamental?
No diabetes melito. Qual é a melhor intervenção terapêutica?
Discussão
11:00-12:30Atualização
Hipertensão resistente em 2018
A importância do diagnóstico correto
O novo fenótipo da hipertensão refratária
As características das lesões em órgãos-alvo
Qual o tratamento atual com ênfase na escolha do quarto fármaco?
Discussão
14:15-15:45Colóquio
Situações especiais na hipertensão
No idoso: como abordar?
Conceito e prognóstico da hipertensão do avental branco
Hipertensão mascarada, aspectos atuais
Gestantes e lactantes
Abordagem em afrodescendente, obesos e por sexo
No nefropata
16:30-17:15Como Eu Faço
Diagnóstico de hipertensão arterial
Pela medida da pressão arterial periférica
Pela medida da pressão arterial central
Discussão
17:15-18:00Como Eu Faço
Na abordagem do paciente hipertenso
A avaliação clínica e complementar na hipertensão primária
A avaliação clínica e complementar na suspeita hipertensão secundária
Discussão


• Sala 12
Horário Atividade
09:00-10:30Sessão de Diretrizes
No que a nova diretriz de transplante cardíaco 2018 difere das anteriores?
11:00-12:30Sessão de Diretrizes
Atualização da Diretriz de Cardio-oncologia 2018
14:15-15:45Sessão de Diretrizes
Atualização da Diretriz de Valvopatias 2017
16:30-18:00Sessão de Diretrizes
Diretriz sobre Intervenção Coronária Percutânea 2017


• Sala 13
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Abordagem da doença coronariana estável no consultório
Como avaliar a isquemia?
O que é tratamento clínico otimizado?
Quando indicar a revascularização miocárdica?
Risco residual: como reduzir?
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Cardiopatia e gravidez
Doença valvar grave em pacientes assintomáticas. Intervenção ou não antes da gestação?
Anticoagulação na gravidez: riscos materno-fetais
Infarto agudo do miocárdio na gravidez: mecanismos fisiopatológicos e abordagem
Uso de antiarrítmicos e ablação na gestante
Discussão
14:15-15:45Colóquio
Alimentação, suplementos e risco cardiovascular
Álcool
Café e chocolate
Suplementação esportiva
Ômega 3 e fitosteróis
Vitaminas
Dietas
16:30-17:15Como Eu Faço
Reposição hormonal e contracepção em cardiopatas
Contracepção na mulher cardiopata
Reposição hormonal: quando, para quem e por quanto tempo?
Discussão
17:15-18:00Como Eu Faço
Condução clínica em situações discordantes em doença coronariana
Angiotomografia anormal e cintilografia normal
Cintilografia anormal e angiotomografia normal
Discussão


• Sala 14
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Desafios da reabilitação cardiopulmonar e metabólica
Exercícios físicos: abaixo ou acima do limiar isquêmico em coronariopatas?
Qual o melhor exercício para o diabético?
Exercícios após evento coronariano agudo ou revascularização: avaliação e prescrição
Implantação de programa de reabilitação cardíaca no sistema público de saúde
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Peculiaridades na abordagem das cardiopatias em atletas
Hipertensão arterial: do diagnóstico ao tratamento
Estudos genéticos na avaliação de atletas com cardiopatias confirmadas ou suspeitadas
Liberação ou restrição de atleta portador de desfibrilador ou marca-passo
Valvopatias e prática esportiva: quando liberar ou restringir
Discussão
14:15-15:45Mesa Redonda
Métodos de diagnóstico e condutas nas cardiopatias
Miocardiopatia hipertrófica e exercícios físicos: restrição ou reabilitação?
Qual o papel da cardiologia nuclear e o PET na avaliação de endocardite bacteriana, sarcoidose e amiloidose?
Como e quando abordar a cardiotoxicidade oncológica por meio da medicina nuclear?
Como prescrever atividade física baseando-se nas informações do teste ergométrico e cardiopulmonar?
Discussão
16:30-17:15Como Eu Faço
Investigação da doença arterial coronariana
Investigação da dor torácica na emergência: testes funcionais ou anatômicos?
Como proceder quando há discordância entre o teste funcional e anatômico?
Discussão
17:15-18:00Como Eu Faço
Insuficiência cardíaca e reabilitação na prática do cardiologista
Pesquisa de isquemia, viabilidade e disfunção ventricular
Exercício moderado contínuo ou intervalado de alta intensidade?
Discussão


• Sala 15
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Peculiaridades da hipertensão arterial sistêmica no idoso
Existe risco de acidente vascular encefálico com a redução agressiva da pressão arterial?
Qual a meta a ser alcançada?
Pressão arterial central: qual a aplicabilidade clínica?
Hipertensão resistente no idoso. Qual a conduta?
Discussão
11:00-12:00Mesa Redonda
Peculiaridades no paciente idoso
Conexão coração/cérebro: mudanças cognitivas e incidência de doença arterial coronariana
Disfunção erétil no idoso cardiopata: como tratar?
Tabagismo no idoso: existe uma abordagem especial?
Emprego de tiazídicos e risco de hiponatremia
Discussão
14:15-15:45Colóquio
Comorbidades no idoso cardiopata
Défice cognitivo: é possível prevenir?
Como trato a depressão e a insônia no idoso?
Qual o anti-inflamatório mais indicado no paciente idoso?
Vitamina D: quando repor?
Estatina: existe uma dose ideal para o cardiopata idoso?
Reposição hormonal na menopausa: riscos e benefícios
16:30-17:15Como Eu Faço
Abordagem do idoso com hipotensão
No contexto da insuficiência cardíaca
No hipertenso com hipotensão ortostática
Discussão
17:15-18:00Controvérsia
A espironolactona é a quarta droga no tratamento da hipertensão resistente?
Discussão


• Sala 16
Horário Atividade
14:15-15:45Colóquio
Da prevenção cardiovascular à terminalidade: influência, impacto e aplicabilidade da espiritualidade
Como introduzir espiritualidade em prevenção cardiovascular?
Como capacitar médicos para que a prática clínica inclua espiritualidade?
Conflitos de perspectivas entre profissionais de saúde, pacientes e familiares
A espiritualidade pode minimizar o burnout da equipe assistencial?
Quando oferecer cuidados em espiritualidade para pacientes críticos
É possível paliação sem acolhimento médico-espiritual?
Diretriz de espiritualidade em cuidados paliativos é aplicável na prática cardiológica?
Diretivas antecipadas de vontade e ordens de não ressuscitação
16:30-17:15Como Eu Faço
Casos desafiadores durante o tratamento do câncer
Insuficiência cardíaca aguda durante a quimioterapia
Tromboembolismo venoso no paciente com câncer
Discussão
17:15-18:00Como Eu Faço
Doenças vasculares: diagnósticos etiológicos
Trombose venosa profunda: diagnósticos etiológicos
Doença arterial inflamatória: diagnósticos etiológicos
Discussão


• Sala 17
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Avanços em ecocardiografia na prática clínica
Deformação miocárdica: o que é e para que serve na prática clínica
Ecocardiografia tridimensional: para que serve de fato?
Cardiotoxicidade: o que devemos saber em relação à avaliação ecocardiográfica?
Transplante cardíaco: em que situações a ecocardiografia deve ser empregada?
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Avanços em imagem e em tratamento percutâneo das cardiopatias estruturais
Em que a tomografia cardíaca contribui?
Em que a ressonância magnética contribui?
Em que a ecocardiografia contribui?
Apresentação de caso de TAVI
Discussão
14:15-15:45Mesa Redonda
Insuficiência mitral secundária à cardiopatia dilatada
Como realizar o melhor ajuste terapêutico?
Definindo a intervenção pela ecocardiografia
Existem critérios para indicação do Mitraclip?
Cirurgia de troca valvar: análise crítica dos resultados
Discussão
16:30-17:15Como Eu Faço
Terapia contemporânea na insuficiência cardíaca
A otimização do tratamento clínico da insuficiência cardíaca
A indicação de cardioversor desfibrilador implantável/terapia de ressincronização cardíaca ou de ambos na insuficiência cardíaca
Discussão
17:15-18:00Como Eu Faço
Abordagem atual da cardiomiopatia chagásica
Quando indico o tratamento etiológico na doença de Chagas
O tratamento das arritmias ventriculares na cardiomiopatia chagásica
Discussão


• Sala 18
Horário Atividade
16:30-18:00Colóquio
Colóquio João Tranchesi


• Sala 19
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Cardiopatia congênita no adulto
Transposição corrigida das grandes artérias – história natural e manuseio
Anomalia de Ebstein: quando e como intervir?
Avaliação do ventrículo direito sistêmico
Seguimento tardio no pós-operatório de cirurgias para correção de transposição das grandes artérias (switch atrial e cirurgia de Jatene)
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Intervenção em cardiopatias congênitas
Comunicação interatrial: como avaliar e quando intervir?
Comunicação interventricular: tratamento percutâneo para todos os casos?
Coarctação de aorta: quando está indicada a intervenção?
Valvoplastias percutâneas
Discussão
14:15-15:45Colóquio
Fatores de risco na infância e adolescência: como estamos?
Dislipidemia
Obesidade
Hipertensão
Diabetes
Sedentarismo e hábitos não saudáveis
16:30-18:00Mesa Redonda
Cardiomiopatias pouco lembradas: do diagnóstico ao tratamento
Doença de Fabry
Amiloidose/sarcoidose
Miocardio não compactado
Discussão


• Sala 20
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Avanços no tratamento percutâneo das cardiopatias
Doença valvar aórtica: panorama atual
Doença valvar mitral: panorama atual
Oclusão do apêndice atrial esquerdo: quando indicar?
Oclusão do forame oval patente e comunicação interatrial: para quem?
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Abordagem percutânea contemporânea da doença coronariana
Novos métodos de imagem intravascular
A eficácia dos novos stents farmacológicos
Stents bioabsorvíveis: onde estamos?
Situações anatômicas especiais: oclusões crônicas, bifurcações etc.
Discussão
14:15-15:45Mesa Redonda
Terapia antiplaquetária e antitrombótica na doença coronariana
Duração da DAPT: 3 meses, 6 meses, 12 meses ou mais?
Clopidogrel, prasugrel ou ticagrelor: qual o melhor?
Há lugar para novos agentes? Rivaroxabana, vorapaxar etc.
Manuseio no sangramento e nas cirurgias não cardíacas
Discussão
16:30-18:00Grandes Dilemas
Grandes dilemas na recomendação de atividade física para o cardiopata
Reabilitação cardíaca no cardiopata: numa academia comum ou na rua. Quais os limites?
Atividade física no pós infarto: quando liberar e como fazer
Atividade física na cardiomiopatia hipertrófica assintomática
Recomendação de atividade física em portadores de marcapasso, CDI e ressincronizador
Discussão


• Sala 21
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Intervenções para tratamento da insuficiência cardíaca de etiologia isquêmica
Resultados da revascularização miocárdica na insuficiência cardíaca
Plastia, troca ou nada na insuficiência mitral isquêmica
O papel da ressincronização na dissincronia e na insuficiência mitral
Quando indicar assistência ventricular mecânica
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Avanços no tratamento da doença valvar aórtica
Indicação de intervenção na estenose aórtica assintomática
Resultados do tratamento percutâneo da estenose aórtica
Complicações e limitações da TAVI
Análise crítica da cirurgia convencional e endovascular para as valvopatias aórticas
Discussão
14:15-15:45Colóquio
Doença arterial coronariana multiarterial e de tronco de coronária esquerda - critérios de escolha da intervenção e resultados tardios
IAMCST: abordagem da artéria culpada x multiarterial no choque cardiogênico
IAMCST: abordagem da artéria culpada x multiarterial sem choque cardiogênico
Lesão multiarterial no paciente diabético
Lesão multiarterial e doença carotídea grave
Lesão multiarterial e doença renal grave
Lesão multiarterial e disfunção ventricular grave
16:30-17:15Como Eu Faço
Tratamento da insuficiência mitral
A insuficiência mitral degenerativa
A insuficiência mitral isquêmica
Discussão



  Domingo, 16 de setembro de 2018

• Sala 02
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Atualização em cardiologia do esporte
Eletrocardiograma do atleta: do normal ao patológico
Protocolos de avaliação pré-participação de atletas
Limites para que o exercício de alto rendimento não cause danos a saúde
Síndrome de excesso de treinamento e eventos cardiovasculares
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Fibrilação atrial: o que há de novo?
Controle da obesidade, hipertensão arterial sistêmica e novos fatores de risco
Oclusão de auriculeta esquerda: quais as evidências
Tratamento farmacológico: alguma novidade?
Tratamento não farmacológico
Discussão


• Sala 05
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Modificando os desfechos cardiovasculares em portadores de diabetes melito
Controle glicêmico
Controle lipídico de alta intensidade
Controle da hipertrigliceridemia
Fluxograma de tratamento anti-hiperglicemiante em diabéticos com doença cardiovascular
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Abordagem do risco residual na prevenção secundária
Aspectos fisiopatológicos do risco residual
Terapêutica hipolipemiante
Terapêutica anti-inflamatória
Terapêutica antitrombótica
Discussão


• Sala 08
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Abordagem do paciente com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de ST
O papel das troponinas ultrassensíveis e como manusear sem elas?
Qual a melhor terapia antitrombótica?
Qual o melhor momento da intervenção percutânea?
Como avaliar as placas vulneráveis?
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Dilemas da abordagem do infarto agudo do miocárdio
Sem oclusão coronariana
Angioplastia pós-fibrinólise
Revascularização completa na fase aguda
Complicações mecânicas
Discussão


• Sala 09
Horário Atividade
09:00-10:30Grandes Dilemas
Grandes dilemas no consultório I
FA em uso de anticoagulante que será submetido a ATC: conduta pós intervenção
Dupla antiagregação plaquetária na coronariopatia crônica. Tem seu lugar?
Aspirina na prevenção primária
Estatina na prevenção primária
Discussão
11:00-12:30Grandes Dilemas
Grandes dilemas no consultório II
Hipertensão arterial: qual é a meta ideal após as últimas diretrizes?
A curva J na HAS permanece a mesma?
Prescrição de inibidor de enzima conversora da angiotensina no cardiopata com doença renal
Área isquêmica grande em paciente assintomático: tratamento clínico ou intervenção?
Discussão


• Sala 10
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Tópicos especiais em doença coronária
Oclusões crônicas: quando abordar?
Papel do FFR e IFR: quais as vantagens e quando indicar?
Doença não obstrutiva
Lesão de tronco e de bifurcação
Discussão


• Sala 11
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
A hipertensão e o cotidiano
Ansiedade, depressão e síndrome do pânico: como abordar?
Quando e como tratar a apneia do sono no paciente hipertenso?
Fármacos utilizados para redução do peso no paciente obeso
Cirurgia bariátrica e redução do risco cardiovascular
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Como conduzir o paciente com pré-hipertensão
Diagnóstico e estratificação do risco
Pré-hipertensão: o real significado
Tratamento não farmacológico
Tratamento farmacológico do pré-hipertenso
Discussão


• Sala 12
Horário Atividade
09:00-10:30Sessão de Diretrizes
Atualização da Diretriz de Dislipidemia e prevenção de aterosclerose 2017
11:00-12:30Sessão de Diretrizes
Diretriz sobre prevenção de doenças cardiovasculares em pacientes com diabetes: 2017


• Sala 13
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Patologias de aorta
Como acompanhar as patologias de aorta abdominal e ilíacas?
Como avaliar o aneurisma de aorta torácica?
Válvula aórtica bicúspide: quem, como e quando avaliar e seguimento?
Critérios para intervenção terapêutica na dissecção aórtica aguda tipo B
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Estratégias para anticoagulação oral em grupos especiais
Idoso frágil
Insuficiência renal crônica
Após implante de stent
Oncológicos
Discussão


• Sala 14
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Miocardite aguda em 2018
Abordagem inicial e estratificação
Diagnóstico por imagem
Indicações de biópsia e impacto no tratamento etiológico
Peculiaridades no tratamento clínico da insuficiência cardíaca
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Insuficiência cardíaca descompensada
Estratificação de risco
Manejo da síndrome cardiorenal
Manejo do baixo débito cardíaco
Como tratar disfunção biventricular
Discussão


• Sala 15
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Do laboratório de fisiologia para a prática clínica
Para que serve a velocidade de onda de pulso?
Marcadores inflamatórios/trombose: interleucinas, cistatina-C, proteína precursora do trombo
Marcadores de fibrose para insuficiência cardíaca
Reatividade plaquetária e sua influência na prática clínica
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
insuficiência cardíaca refratária - estádio D
Existe espaço para inotrópico domiciliar?
Dispositivos de assistência ventricular de longa permanência: factível para nossos pacientes?
Realidade do transplante no Brasil
Cuidados paliativos. Para quem?
Discussão


• Sala 16
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
O paciente cardiopata em tratamento oncológico
Monitorização e seguimento cardiológico das terapias com antraciclinas e agentes anti-Her2
Efeitos cardiovasculares do uso dos inibidores da tirosina quinase: manifestações clínicas e tratamento
Síndrome coronária aguda no paciente com câncer
Avaliação pré-operatória no paciente com câncer
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Insuficiência cardíaca e arritmias
Taquicardiomiopatia
Estratificação de risco de morte súbita
Fibrilação atrial: controle de ritmo vs. frequência cardíaca
Reduzindo a mortalidade: medicamentos e dispositivos
Discussão


• Sala 17
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
O papel da imagem nas cardiomiopatias incomuns
Displasia arritmogênica do ventrículo direito: é subdiagnosticada?
Cardiomiopatia não compactada: como analisar os diferentes critérios de diagnóstico
Diagnóstico diferencial das doenças infiltrativas
Apresentação de caso de cardiomiopatia não compactada ou de doença infiltrativa
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Valva aórtica: foco na imagem e na intervenção
Aspectos clínicos de implicância prognóstica (indicações, contraindicações e complicações)
Papel da ecocardiografia transtorácica e transesofágica
Papel da tomografia computadorizada e da ressonância magnética cardíaca na avaliação do procedimento
Resultados, limitações e perspectivas do procedimento percutâneo
Discussão


• Sala 19
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Mecanismos envolvendo religiosidade/ espiritualidade e as principais síndromes cardiovasculares
Religiosidade/ espiritualidade interfere no controle e desenvolvimento de hipertensão arterial?
É possível modificar os desfechos pós-síndrome coronariana aguda com intervenções de religiosidade/ espiritualidade?
Arritmias cardíacas: coração estruturalmente anormal ou religiosidade/ espiritualidade desestruturada?
Insuficiência cardíaca: como modular o tratamento por meio da religiosidade/ espiritualidade?
Discussão
11:00-12:30Colóquio
Desafios práticos em anticoagulação oral
Estratificação do risco hemorrágico
Como ajustar doses em subgrupos especiais
Em que cenários cirúrgicos devemos supender o anticoagulante
Suspensão programada da anticogulação: como realizar?
Manejo de complicações hemorrágicas
Planejando a reintrodução dos anticoagulantes


• Sala 20
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Controvérsias em fibrilação atrial
Cardioversão e novos anticoagulantes: quando e como usar?
Fibrilação atrial < 48 horas: preciso anticoagular para cardioverter?
Quando a ablação deve ser a primeira opção?
Pode-se fazer a ablação com a promessa de suspender a anticoagulação?
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Análise da valva mitral para fins de tratamento cirúrgico
Papel do exame clínico na triagem: estratificação de pacientes com valvopatia mitral
Plastia ou troca? Quais os dados mais relevantes que a imagem da valva mitral deve fornecer ao cirurgião para fins de planejamento cirúrgico?
Papel da ecocardiografia transtorácica e transesofágica
Papel do estudo hemodinâmico na avaliação valvar e na detecção de comorbidades
Discussão


• Sala 21
Horário Atividade
09:00-10:30Mesa Redonda
Suporte circulatório mecânico no choque cardiogênico
No infarto agudo do miocárdio
Na insuficiência cardíaca avançada
Na insuficiência cardíaca aguda
No pré-transplante
Discussão
11:00-12:30Mesa Redonda
Reabilitação cardiopulmonar e metabólica na prática: o que devemos saber?
Treinamento físico em programa formal de reabilitação, em uma academia ou atividades externas: o que muda na avaliação, orientação e prescrição?
Como integrar os exercícios resistidos e aeróbicos na reabilitação?
Controle à distância da atividade física de programa de reabilitação sem supervisão direta
Treinamento ventilatório no paciente pneumopata e cardiopata. Qual a importância e quando indicar?
Discussão


Local do Evento

CICB - Centro Internacional de Convenções do Brasil

Um dos maiores e mais modernos espaços para eventos do Brasil. Com padrão mundial de versatilidade, sustentabilidade e conforto, as tecnologias e dimensões do CICB proporcionam infinitas possibilidades.
Capaz de receber mais de 10.000 pessoas, o CICB foi projetado para oferecer entradas independentes e total isolamento acústico. O Centro também conta com estacionamento para 1.600 carros, sendo 1.000 em área coberta, entradas independentes para as docas e 6 geradores próprios e automatizados (de 625kvas cada proporcionando 3.750kvas) dando total autonomia ao local.

 

Setor de Clubes Esportivo Sul | Trecho 02, Conj. 63, Lote 50 | Brasília/DF, 70200-002, Brasil


Realização


Gerenciamento